sábado, 14 de outubro de 2017

Cérebro Reptiliano - A pedra e a luz no nosso caminho



Também chamado de Complexo-R, esta é parte do cérebro responsável pelos instintos primitivos do ser humano, bem como suas ações automáticas do corpo, como respiração e batidas do coração. Está localizado na parte inferior do cérebro, logo acima vem o sistema límbico e o neocórtex (a parte nobre do cérebro).

O cérebro reptiliano é útil quando precisamos tomar decisões rápidas em casos de perigo, pois é ligado ao sentimento de autopreservação da espécie (abrigo, comida e reprodução). Nossa memória familiar e ancestral também está nele. O Complexo-R relaciona nossos sentidos com a emoção mais aterrorizante, o MEDO, feito para nos proteger. Mas proteger do quê?.

 Temos medo involuntariamente. No passado quando a noite começava, sentia-se a necessidade de estar abrigado, pois o medo surgia. Ainda em muitos lugares do Brasil, há o medo de sair de casa a noite. É na noite que está o desconhecido.  Ao ouvir o som de tiros, mesmo que distante, este sentimento de preservação nasce. A relação do medo com os sentidos é próxima, o gás de cozinha é inodor, pórem os fabricantes adicionam enxofre, para que no caso de vazamento haja a percepção do gás e consequentemente o medo. Quando alguém bate à porta às uma da manhã sem avisar, sentimos medo, dependendo da área em que moramos e se temos traumas anteriores. Um pessoa que teve a sua casa assaltada à esta hora, indubitavelmente sentirá essa emoção. Devido ao cérebro reptiliano ser o pen drive do cérebro, a diferença é no pen drive a memória é possível apagar, já no Complexo-R não.

Para lutar contra esta emoção, o cérebro reptiliano estabeleceu o CONTROLE. A falta de controle aciona imediatamente as emoções instintivas, como a raiva. O cérebro reptiliano quer ter domínio sobre tudo e todos, nunca está satisfeito, sempre quer o melhor para si, sem levar em consideração os outros. Quer ver o cérebro reptiliano entrar em ação?Basta alguém pegar em nossas coisas sem autorização.

O surgimento dos reinos, estados nacionais, impérios e a necessidade de hierarquia são fruto do Complexo-R. Ele não aprende com os erros (quem aprende com os erros é o neocórtex). Nem preciso dizer que as guerras são ocasionadas por ele também. A falta de controle/poder é insuportável para o sistema reptiliano. É triste dizer, mas quem governa nosso mundo é o cérebro reptiliano.

Toda vez que queremos que os outras façam a nossa vontade, quem está na ação é o cérebro reptiliano. Ele quer que os outros o façam feliz (apego). Ele sempre opta pela competição, em vez da cooperação. Aliás, em minha leitura do livro Mentes Perigosas, de Ana Beatriz, mostra que estamos formando uma sociedade com cada vez mais psicopatas inseridos no mundo corporativo, é preciso tomar cuidado.

O sistema reptiliano é mais evidente quando estamos em comunidade, pessoas que dizem: eu preciso do meu espaço! Ah.... se fosse comigo, tem que ser meu jeito..., quando eu tou com raiva, eu faço mesmo...! Reclamações e julgamentos também mostram o Complexo-R.

Mas ao mesmo tempo em que o cérebro reptiliano mostra o nosso nível de evolução da raça humana. Ele também mostra o caminho em que devemos transcender. Se queremos controlar, é sinal que devemos deixar de controlar. Se temos raiva, está na hora de parar com a raiva. Se reclamamos e julgamos, devemos para com isso também.

Existem frases de ação contra o cérebro reptiliano. Quando surgir alguma reclamação, uma boa frase de defesa é "obrigado por compartilhar", e observar e deixar a emoção passar. Essa é uma forma de colocar o neocórtex (a parte nobre) em ação, se deixarmos o nosso cérebro "à deriva", o cérebro reptiliano entra em ação.

Ao contrário de cérebro reptiliano, o qual se identifica com as emoções. Nossa consciência é como céu azul, o qual observa de cima as nuvens escuras passarem.

A EFT é uma técnica que elimina essas nuvens escuras, deixando a consciência (o céu azul) limpa. Também pode-se utilizar o poder oculto das plantas para dissipar as emoções negativas. 























quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Insatisfação... um filme chamado Depressão parte 1




"Isso não não deveria ter acontecido."
"Não era para ter sido assim."
"Se eu pudesse, voltaria no tempo."
"Eu não esperava que isso acontecesse."
"Se fosse comigo, isso seria diferente."
"Ele não poderia ter falado isso para mim".
"Porque eu agi dessa maneira".


Essas são expressões de pura insatisfação, frustração. Acredito que todos aqui assistiram o jogo da Copa do Mundo de 2016, em que o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha. Este foi um evento que foi possível perceber a palavra insatisfação. Ninguém esperava este resultado. No momento todos, falavam, "isto não pode estar acontecendo", "isto não pode acontecer", "eu não posso acreditar nisso". No momento, o orgulho (ego) dos brasileiros estava em cheque, o ego adora competições, mas odeia perder. O Brasil, então, o maior campeão de todos os tempo estava perdendo de um placar inimaginável.  Perceberam que essa sensação nacional (Yung chama de inconsciente coletivo) perdurou por uma semana. Ficamos deprimidos por uma semana (ou mais), imagine os jogadores. Programas televisivos, questionavam, por que isso aconteceu?Tecia-se simulações por que isso teria acontecido. E buscávamos um culpado, o ego adora culpados também. O mais "engraçado" é que o técnico foi o mesmo deu o título de pentacampeão ao Brasil, será que se ordem das Copas se invertesse,  o técnico seria sido chamado?É bem provável que não, e esse ele não fosse chamado jamais seríamos pentacampeões.

Para o ego, a questão de ganhar ou perder é relevante. Mas o fato do Brasil ter perdido, não alterou nossa vida, ainda levamos a nossa vida cotidiana. E se o Brasil tivesse ganhado, ainda levaríamos a mesma vida. Este fato não mudou quem nós somos, nem ganhando nem perdendo. Essa é a sensação que deveria ocorrer, a NEUTRALIDADE. Esse é o sentimento da nossa essência, não se altera por fatores externos. Já para o ego é diferente, se não é como se quer, na hora que se quer, ocorre o sofrimento, a frustração. O ego por não aceitar os fatores externos da maneira que se espera, sofre. Mas a essência (centelha divina) não.

Se o sentimento de frustração não parar, entra-se em looping de pensamentos negativos, e a pessoa começa a reviver a cena toda hora, ouvindo as mesmas vozes, e até sentido as mesmas dores da ocasião que ocorreu o fato, como em filme, em que você é o ator principal. Tenta-se racionalizar as emoções, de igual modo no jogo de futebol, gerando mais desgaste emocional. O filme parece não ter fim. Isso gera uma custo de oportunidade, o tempo gasto com este filme, deveria ser gasto para gerar prosperidade, fazer um curso de línguas, aprender a tocar algum instrumento ou arte.

Pode até parecer extremo, mas é isso que acontece, até de maneira sutil. Eu sou de uma geração, em que passar em algum concurso público era um grande objetivo. Uma vida estável, a preocupação do desemprego, olha aí o ego aparecendo de novo. Ouço de muitos terapeutas o mesmo problema, FUNCIONÁRIOS PÙBLICOS. Pessoas frustradas, fazendo o que não gostam. No entanto, tudo vale para a grande estabilidade. Mas a Centelha Divina (essência), não é assim. A Centelha Divina quer sempre crescer, prosperar, evoluir,  dar frutos e ajudar os outros. Nada de ficar parada, nada de estabilidade, nada de zona de conforto.

Então, por que não escolhemos o que nos dá mais satisfação?

Desde criança, somos bombardeados por paradigmas (crenças), de todos os lados, dos nossos pais pais, da família, da escola, da religião, da sociedade, do governo, das propagandas, Contam-nos estórias, e acreditamos nelas, mas elas não são reais. Se formos analisar a fundo a questão das crenças, chegaremos a conclusão: a diferença de uma cultura para outra são as diferenças entre as estórias (crenças) passadas de geração a geração. Logo, essa a questão das crenças é algo muito poderoso em nossas vidas. Depois que acolhemos essa crenças, elas passam a ser verdade para nós, porém o mapa não é território.  Com o mapa errado, fazemos escolhas que nos prejudicam (autosabotagem).

A EFT (Emotional freedom techniques) é uma técnica que desbloquea essas crenças, limpando o lixo emocial e faz com que a essência apareça. E a terapia floral atua no corpo energético (chakras), as plantas são antenas do Todo e possuem o amor incondicional dele.