quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O medo da cura


Tenho notado em pessoas com problemas emocionais, o medo de cura. A pergunta lógica seria, por que alguém haveria de ter medo de se curar? Para ter uma visão mais clara, sugiro outra pergunta, quais as vantagens se obtêm quando se está doente?

As respostas são variadas, como,  a atenção das pessoas. Quando se está doente, mais pessoas tendem a estar mais presentes e dar presentes, os parentes começam a ligar, os amigos dão mais atenção. Há um sentimento de pertencimento ao grupo.  Eu não sei quanto a vocês, mas se um grupo de ajuda não for conduzido por alguém com foco na cura, a tendência é que ele se torne um ambiente de doença. Aonde aparecem os famosos conselheiros do caos. Isto tem uma explicação física, pessoas com vibração baixa atraem mais pessoas de vibração alta. É preciso que já tenha transcendido a doença, ou uma pessoa com uma vibração positiva guiar o grupo.

 Sentir pena é sofrer junto com o outro. É quando achamos que o outro não consegue se virar sozinho, então vou ajudar. Muitas vezes confundimos isso com bondade e generosidade. Mas isto é um engano. O objetivo de uma grupo de ajuda é fazer com que o indivíduo não precise de ajuda, se não ele se torna dependente dela.

Outro ponto, é que as pessoas que estão doentes recebem compensações secundárias pela doença. Vou dar o exemplo de um portador de HIV, o portador deste vírus tem direito a auxílio doença e aposentadoria para toda vida. Já imaginariam quando surgir a cura da AIDS, quantas pessoas vão perder este benefício? E quantas pessoas querem perde-lo?

Assumir a responsabilidade da cura requer uma mudança de consciência. Quantas pessoas com pressão alta deixaram de colocar sal na comida? Quantas pessoas que tiveram infarto mudaram seus hábitos alimentares? 

Mas afinal quando podemos ajudar ? Quando a ajuda é baseada na compaixão, desprovido de culpa, tristeza pelo outro, impotência, dependência. Quando não há o sentimento que o outro não é capaz de superar as dificuldades. A compaixão vem acompanhada por uma paz interior. 




quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Você quer mudar o mundo?

"Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

— Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
— Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!

A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança.

Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
Então ele perguntou:

— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
— Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era.

Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo. "

Autor desconhecido

sábado, 14 de outubro de 2017

Cérebro Reptiliano - A pedra e a luz no nosso caminho



Também chamado de Complexo-R, esta é parte do cérebro responsável pelos instintos primitivos do ser humano, bem como suas ações automáticas do corpo, como respiração e batidas do coração. Está localizado na parte inferior do cérebro, logo acima vem o sistema límbico e o neocórtex (a parte nobre do cérebro).

O cérebro reptiliano é útil quando precisamos tomar decisões rápidas em casos de perigo, pois é ligado ao sentimento de autopreservação da espécie (abrigo, comida e reprodução). Nossa memória familiar e ancestral também está nele. O Complexo-R relaciona nossos sentidos com a emoção mais aterrorizante, o MEDO, feito para nos proteger. Mas proteger do quê?.

 Temos medo involuntariamente. No passado quando a noite começava, sentia-se a necessidade de estar abrigado, pois o medo surgia. Ainda em muitos lugares do Brasil, há o medo de sair de casa a noite. É na noite que está o desconhecido.  Ao ouvir o som de tiros, mesmo que distante, este sentimento de preservação nasce. A relação do medo com os sentidos é próxima, o gás de cozinha é inodor, pórem os fabricantes adicionam enxofre, para que no caso de vazamento haja a percepção do gás e consequentemente o medo. Quando alguém bate à porta às uma da manhã sem avisar, sentimos medo, dependendo da área em que moramos e se temos traumas anteriores. Um pessoa que teve a sua casa assaltada à esta hora, indubitavelmente sentirá essa emoção. Devido ao cérebro reptiliano ser o pen drive do cérebro, a diferença é no pen drive a memória é possível apagar, já no Complexo-R não.

Para lutar contra esta emoção, o cérebro reptiliano estabeleceu o CONTROLE. A falta de controle aciona imediatamente as emoções instintivas, como a raiva. O cérebro reptiliano quer ter domínio sobre tudo e todos, nunca está satisfeito, sempre quer o melhor para si, sem levar em consideração os outros. Quer ver o cérebro reptiliano entrar em ação?Basta alguém pegar em nossas coisas sem autorização.

O surgimento dos reinos, estados nacionais, impérios e a necessidade de hierarquia são fruto do Complexo-R. Ele não aprende com os erros (quem aprende com os erros é o neocórtex). Nem preciso dizer que as guerras são ocasionadas por ele também. A falta de controle/poder é insuportável para o sistema reptiliano. É triste dizer, mas quem governa nosso mundo é o cérebro reptiliano.

Toda vez que queremos que os outras façam a nossa vontade, quem está na ação é o cérebro reptiliano. Ele quer que os outros o façam feliz (apego). Ele sempre opta pela competição, em vez da cooperação. Aliás, em minha leitura do livro Mentes Perigosas, de Ana Beatriz, mostra que estamos formando uma sociedade com cada vez mais psicopatas inseridos no mundo corporativo, é preciso tomar cuidado.

O sistema reptiliano é mais evidente quando estamos em comunidade, pessoas que dizem: eu preciso do meu espaço! Ah.... se fosse comigo, tem que ser meu jeito..., quando eu tou com raiva, eu faço mesmo...! Reclamações e julgamentos também mostram o Complexo-R.

Mas ao mesmo tempo em que o cérebro reptiliano mostra o nosso nível de evolução da raça humana. Ele também mostra o caminho em que devemos transcender. Se queremos controlar, é sinal que devemos deixar de controlar. Se temos raiva, está na hora de parar com a raiva. Se reclamamos e julgamos, devemos para com isso também.

Existem frases de ação contra o cérebro reptiliano. Quando surgir alguma reclamação, uma boa frase de defesa é "obrigado por compartilhar", e observar e deixar a emoção passar. Essa é uma forma de colocar o neocórtex (a parte nobre) em ação, se deixarmos o nosso cérebro "à deriva", o cérebro reptiliano entra em ação.

Ao contrário de cérebro reptiliano, o qual se identifica com as emoções. Nossa consciência é como céu azul, o qual observa de cima as nuvens escuras passarem.

A EFT é uma técnica que elimina essas nuvens escuras, deixando a consciência (o céu azul) limpa. Também pode-se utilizar o poder oculto das plantas para dissipar as emoções negativas. 























quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Insatisfação... um filme chamado Depressão parte 1




"Isso não não deveria ter acontecido."
"Não era para ter sido assim."
"Se eu pudesse, voltaria no tempo."
"Eu não esperava que isso acontecesse."
"Se fosse comigo, isso seria diferente."
"Ele não poderia ter falado isso para mim".
"Porque eu agi dessa maneira".


Essas são expressões de pura insatisfação, frustração. Acredito que todos aqui assistiram o jogo da Copa do Mundo de 2016, em que o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha. Este foi um evento que foi possível perceber a palavra insatisfação. Ninguém esperava este resultado. No momento todos, falavam, "isto não pode estar acontecendo", "isto não pode acontecer", "eu não posso acreditar nisso". No momento, o orgulho (ego) dos brasileiros estava em cheque, o ego adora competições, mas odeia perder. O Brasil, então, o maior campeão de todos os tempo estava perdendo de um placar inimaginável.  Perceberam que essa sensação nacional (Yung chama de inconsciente coletivo) perdurou por uma semana. Ficamos deprimidos por uma semana (ou mais), imagine os jogadores. Programas televisivos, questionavam, por que isso aconteceu?Tecia-se simulações por que isso teria acontecido. E buscávamos um culpado, o ego adora culpados também. O mais "engraçado" é que o técnico foi o mesmo deu o título de pentacampeão ao Brasil, será que se ordem das Copas se invertesse,  o técnico seria sido chamado?É bem provável que não, e esse ele não fosse chamado jamais seríamos pentacampeões.

Para o ego, a questão de ganhar ou perder é relevante. Mas o fato do Brasil ter perdido, não alterou nossa vida, ainda levamos a nossa vida cotidiana. E se o Brasil tivesse ganhado, ainda levaríamos a mesma vida. Este fato não mudou quem nós somos, nem ganhando nem perdendo. Essa é a sensação que deveria ocorrer, a NEUTRALIDADE. Esse é o sentimento da nossa essência, não se altera por fatores externos. Já para o ego é diferente, se não é como se quer, na hora que se quer, ocorre o sofrimento, a frustração. O ego por não aceitar os fatores externos da maneira que se espera, sofre. Mas a essência (centelha divina) não.

Se o sentimento de frustração não parar, entra-se em looping de pensamentos negativos, e a pessoa começa a reviver a cena toda hora, ouvindo as mesmas vozes, e até sentido as mesmas dores da ocasião que ocorreu o fato, como em filme, em que você é o ator principal. Tenta-se racionalizar as emoções, de igual modo no jogo de futebol, gerando mais desgaste emocional. O filme parece não ter fim. Isso gera uma custo de oportunidade, o tempo gasto com este filme, deveria ser gasto para gerar prosperidade, fazer um curso de línguas, aprender a tocar algum instrumento ou arte.

Pode até parecer extremo, mas é isso que acontece, até de maneira sutil. Eu sou de uma geração, em que passar em algum concurso público era um grande objetivo. Uma vida estável, a preocupação do desemprego, olha aí o ego aparecendo de novo. Ouço de muitos terapeutas o mesmo problema, FUNCIONÁRIOS PÙBLICOS. Pessoas frustradas, fazendo o que não gostam. No entanto, tudo vale para a grande estabilidade. Mas a Centelha Divina (essência), não é assim. A Centelha Divina quer sempre crescer, prosperar, evoluir,  dar frutos e ajudar os outros. Nada de ficar parada, nada de estabilidade, nada de zona de conforto.

Então, por que não escolhemos o que nos dá mais satisfação?

Desde criança, somos bombardeados por paradigmas (crenças), de todos os lados, dos nossos pais pais, da família, da escola, da religião, da sociedade, do governo, das propagandas, Contam-nos estórias, e acreditamos nelas, mas elas não são reais. Se formos analisar a fundo a questão das crenças, chegaremos a conclusão: a diferença de uma cultura para outra são as diferenças entre as estórias (crenças) passadas de geração a geração. Logo, essa a questão das crenças é algo muito poderoso em nossas vidas. Depois que acolhemos essa crenças, elas passam a ser verdade para nós, porém o mapa não é território.  Com o mapa errado, fazemos escolhas que nos prejudicam (autosabotagem).

A EFT (Emotional freedom techniques) é uma técnica que desbloquea essas crenças, limpando o lixo emocial e faz com que a essência apareça. E a terapia floral atua no corpo energético (chakras), as plantas são antenas do Todo e possuem o amor incondicional dele.



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Tudo é Onda

Afinal, de que é feita a matéria?

Só a resposta desta pergunta nos daria uma expansão de consciência.

Alguns diriam, essa é pergunta é fácil: "A matéria é feita de átomos."

Então,  de que são feitos os átomos

Os professores responderiam: "Os átomos são feitos de partículas elementares, que são os prótons, elétrons e nêutrons."

 Desde o final do século XX, a ciência conhece os quarks, partículas ainda menores que formam os prótons . Não quero tornar esse post um aula de física, mas de onde vêm os quarks?.Estudiosos arrancam os cabelos para chegar uma conclusão desta pergunta.

Após arrancarem os cabelos, os cientistas chegaram a duas teorias, a do Boson de Higs (a partícula de Deus) e a supercorda, que formam os quarks. Estas pesquisas estão acontecendo no acelerador de partículas na fronteira entre a França e a Suíça, o CERN.

Existe um experimento na física com nome de Efeito Cazimir, no qual é mostrado o surgimento de energia através do NADA, que chamaremos de Vácuo Quântico. Não devemos nos perder na semântica, pois esse Vácuo não é um vazio, e sim uma única onda, de altíssima frequência.

Os novos físicos quânticos, acreditam que é do Vácuo quântico de onde surgem o Bóson de Higs/supercorda, que formam os quarks, que se organizam e estruturam os prótons, os quais se ligam aos neutros e atraem os elétrons.

Essa única Onda, o vácuo quântico, se organiza em diversas frequências, dando origem a luz, som, calor e finalmente a matéria em si (que também vibra). O nosso corpo, os minerais, os objetos, e etc, nada mais é que luz congelada. A matéria que vemos é na realidade uma condensação de frequências, quanto menor a frequência mais sólida ela se torna, já quanto mais alta for a frequência mais sutil ela tornar-se-á.

Tudo vem de uma única onda, já diz se dizia na alquimia "Um é tudo e e Tudo é um". 






segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Jesus Cristo e a Metafísica



"...Tudo que pedirem crendo que receberam, receberão.." Mateus 21:22


Com esta frase Jesus já poderia ter cobrado os direitos autorais de Rhonda Byrne, de O Segredo. Com o perdão da ironia, a frase mostra o nível do conhecimento metafísico de Jesus, na qual a  ideia da Lei da Atração iria ser colocada em um best seller, 2000 anos depois.


Sou reticente a falar de Jesus, pois a sociedade ocidental se considera dona de Jesus. No entanto, tenho uma convicção inabalável de ajudar os outros, e não posso deixar de opinar, enquanto homens (muitos de bom coração) usam a religião para perpetuar o poder do homem pelo homem. Justamente o contrário da mensagem de Jesus, pois inverso do poder é o amor incondicional.

Jesus compreendia a metafísica. Transformou a água em vinho. Curou diversas pessoas. Ele soube que tudo fazia parte uma única consciência, uma única onda. O vácuo quântico.